Inicia-se um novo dia
Novamente vem o brilho do sol
Surgindo o alvorecer em poesia
Lá da simples palhoça na roça
Ouço os pássaros a despertar
Entoam lindas sinfonia
Como a saudar o despertar do dia
O orvalho das flores a gotejar
Da janela avista-se um brando regato
Silencioso pelas pedras a deslizar
Tão cristalino ver-se ao fundo como ao ar
Simples e aconchegante a solitária palhoça perdida na roça
As brancas nuvens ao horizonte a decorar
Pela manhã lá no quintal houve-se das aves o cacarejar
O som lá na laranjeira é a majestade que põem-se a cantar
Uma simples palhoça cravada lá na roça
A quem a chame de tapera ou velha palhoça
O matuto lá da janela perde-se num só olhar
A simples vida da roça faz o caipira aliviado respirar
Poeta do Nordeste
A Voz do Sertão
Nenhum comentário:
Postar um comentário