Percorrer-te-ei enebriado de amor
O furor de seus lábios
Nossos corpos a se tocar o calor
Entregarei-me à você
Ao fulgor de sua boca seu sabor
As portas de seu prazer
Te ouço aos sussurros me chamar
O prazer de sua boca
Estas nossas mãos errantes atrevidas
O fogo interno a nos queimar
E te vejo nua quase louca
Nossos segredos mais íntimos
Içada à haste da loucura
O suor como gotas de orvalho
Na ansiosa fresta da penetração
O estremecer de suas nádegas
Seu ventre agitado
Entregando-se ao néctar do amor
O prazer ofegante a te dominar
Aberta à florida penetração
Das duras águas a te consumir
O toque brutal a lhe possuir
Perdendo-se na interna escuridão