quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

"NOSSOS SEGREDOS MAIS ÍNTIMOS"

Nesta intensidade do prazer
Percorrer-te-ei enebriado de amor
O furor de seus lábios 
Nossos corpos a se tocar o calor

Entregarei-me à você
Ao fulgor de sua boca seu sabor
As portas de seu prazer
Te ouço aos sussurros me chamar

O prazer de sua boca
Estas nossas mãos errantes atrevidas
O fogo interno a nos queimar 
E te vejo nua quase louca

Nossos  segredos mais íntimos
Içada à haste da loucura 
O suor como gotas de orvalho 
Na ansiosa fresta da penetração

O estremecer de suas nádegas 
Seu ventre agitado 
Entregando-se ao néctar do amor
O prazer ofegante a te dominar

Aberta à florida penetração
Das duras águas a te consumir 
O toque brutal a lhe possuir 
Perdendo-se na interna escuridão

domingo, 10 de fevereiro de 2019

"EU SOU ASSIM TÃO CALMO E INDOMÁVEL COMO AO MAR"

Eu sou com a flor 
Como ao mar
Uma onda indomável 
Solitária a balançar 

Sou assim 
Leve como a brisa ao vento
Você é a brisa solta ao relento
Quero a gente assim livre como a flor

Eu sou assim!!!
Calmo como a brisa 
E indomável como ao mar
Laço complicados para desatar 

Eu sou assim como você vê
Suave como a brisa
A tempestade em mar destruidor
Como me vê? com este olhar julgador

Eu sou assim tão calmo e sereno 
Indomável como ao mar desafiador
Hoje e tão somente 
A suavidade da brisa e o toque acolhedor

"DISTANCIA QUE SE SOMA ENTRE A GENTE"

Distancia, Ah!!! a distancia
Encontro-me num beco sem saída
Tudo lhe trás para minha vida
E você de repente virou meu vicio 

A distancia que se soma entre a gente
Como à se distanciar a água corrente
Ao fruto da longínqua semente
A distancia, Ah!!! esta cruel distancia

Esta distancia que nos separa
Vencer à saudade é árdua batalha
Saudade corta ao vento como lâmina de navalha
À esta ingrata distancia que nos ampara

Eu me viro do avesso 
Na distancia coloco meus versos
Te encontro em minhas poesias 
Pelas manhãs aos raios do sol dos os dias 

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

"O POEMA DA MINHA MORTE"

Eis que a morte se repete
Por quantas postagens passei
Quantos amigos conquistei 
Confesso que nem sei

O poema da minha morte 
Apagam parte de minha historia 
Uma vida luta inglória 
Perde-se como fumaça ao vento 

Ei você ai, que nosso futuro determinou
O fio que foi cortado, e nada significou!!!
Sem nenhuma sombra ou voz,
Impõem-se cruelmente ditador algoz 

Que não se faça seção solene 
Quantos anos, juntos comentando e a curtir 
Nas tristezas, em lagrimas ou a sorrir 
De repente parte de nós não vai mais existir