quinta-feira, 22 de março de 2018

"A CHAMA DA ESPERANÇA"Poesia-

O sol brilha no horizonte
A essência da quaresmeira
No ar vem o quarto perfumar 
A natureza se transforma em aquarela

Com suas flores coloridas 
Num espetáculo multi cor
A quaresmeira em fim de verão
Como um tapete colorido ao chão 

A natureza com sua sabedoria
De forma tão singela se pronuncia 
A chama da esperança vivida em poesia
As flores despertam ao novo dia

terça-feira, 20 de março de 2018

"FLOR MULHER, DE ÉBANO" Poesia

De todas as flores 
Que desabrocham na natureza
A mais rara é você flor de ébano
Mulher de tanta beleza

Tua fragrância e tua essência 
A raridade de suas pétalas de suas cores
O ébano com toda sua imponência
O perfume raro de suas flores

O ébano e todo seu fervor 
Livre na floresta com sua rara flor
Espalhando fragrância ao vento 
Perfumando a a natureza através tempo

Flor mulher de ébano
Teus olhos de tão bela e negra flor
São sementes ao vento semeando amor
Como a brisa da manhã e todo seu frescor 

Sua pele negra de raro perfume 
Trás no rosto a delicadeza de sua singela cor
Sua meiguice, todo seu ardor 
Plena na arte de dominar, fazer amor!!!  

domingo, 18 de março de 2018

"QUANTAS MANHÃS" Poesia

Frias são as manhãs 
Que não mais te encontram
Medos e angustias 
Fere como ao aço por dentro

Nas mãos que se juntam 
Em silencio profundo 
Veladas nuvens ofusca o mundo
Em terra orvalhando a dor 

Como a um vulcão
Expelindo larvas incandescente
Tal vísceras que a vomitar palavras
A confortar estrelas negras da noite

Quantas manhãs de sol
As incontidas lagrimas deslizam pelo rosto
Sufocando a voz 
Como o silencio que perpetua as horas

segunda-feira, 12 de março de 2018

"LAGRIMAS QUE ACALMA" Poema

O mundo se derramou sobre meu ser
Nem precisou tanto
Para ir ao chão
E ver a terra em sua volúpia se absolver

Involuntariamente perdeu-se a alma
O relógio não para de bater
Mandando aos olhos a expressão do sofrer
Incontroláveis lagrimas que acalma 

O silencio da noite se a próxima 
Trás consigo a frieza da impiedosa escuridão
Os versos perderam a suavidade da rima
E as flores se fecharam em solidão 

segunda-feira, 5 de março de 2018

"A AUSÊNCIA DE SEUS OLHOS" Poesia

Esta sua boca 
Que me seduz e me devora
Como a lua desvairada louca
Numa noite de impensada loucura

Ainda que na ausência de seus olhos
A lua perca seu brilho
E a saudade saia do trilho
E as estrelas percam seus brilhos 

Nesta ausência enlouquecedora 
As lembranças que os sonhos vem alimentar
Fazem da noite madrasta ocular 
De uma distancia ensurdecedora 

"COMO SE JÁ NÃO BASTASSE A NOITE" Poesia

A noite se faz sombria 
Estrelas peregrinam pelo céu
Sussurrando para a lua poesia
Cobrindo-lhe o rosto alvo véu

A umidade da noite
Estendem-se como a um tapete
Sobre o verde campo inerte

No peito a saudade persiste 
Ativa pensamentos 
Como se já não bastasse a noite
Os sonho se faz ausente 

Distante se anuncia um novo alvorecer
Do sol pequenas fagulhas surgem a brilhar
O sol preguiçosamente vem se levantar
Brilhando no amanhecer

"CAMINHANDO SOZINHO" Poesia

E longa a caminhada
Pela estrada sou sozinho
Luzes acesas na calçada 
Reflexos desenhados na fachada

Caminhando sozinho 
A brisa fria em noite escura
O banco úmido e solitário
Amigo fiel lhe é solidário 

Estrelas teimam em não brilhar
As solitárias noites a caminhar
Ainda que os passos fossem em vão
A brisa umedece lhe o rosto na escuridão

"O VENTO QUE TE ACARICIA" Poesia

Sou o vento levando seus cabelos ao ar
A água que banha seu corpo
Sou o sol que bronzeia sua  pele 
O ar a te invadir as narinas e te faz respirar

Sou eu o vento a tocar seu rosto
A refrescar o seu dia 
O brilho de seus olhos como por magia
Descrevem-se entre cores a poesia

Sou o vento a te refrescar 
A brisa suavemente a te acariciar
A emanação natural das flores 
Espalham por seu corpo suave odores

sábado, 3 de março de 2018

"É NOITE ALTA" Poesia

Chega a madrugada 
Falta-me o sono
A insônia me faz prisioneiro
A próxima-se o amanhecer

Tão ingrata se faz a escuridão
Inibindo o surgir da lua
É noite não existem mais sonhos
Apenas o encontro com a solidão

É noite alta
Sorrateira lagrima desprende dos olhos
Por onde andam as estrelas?
Que o olhar já não as alcançam