Desproporcionadas rimas a se erguer,
Sem alma falta-lhe espirito,
Tornando-se vazia sem conteúdo,
Estes versos descritos aos ventos ,
Um corpo despido de pouca acentuação,
Pois falta-lhe a necessária emenda bem regida
Ouro sem brilho, um filho sem rosto,
Tornando-o impuro conteúdo então disforme,
No reverso destes versos,oculta-se seus textos e contextos,
Quando toda frouxidade lhe conferir todo inocuidade,
Ainda que por descuido ou inocência,
Perdem-se a força e todo furor que os elevaria,
Na ineficiência dos flexíveis versos,
Como descrever tamanha insignificância gramatical,
Na desvalorização de toda magia dos versos e poesia,
Todo encanto e graciosidade da poesia,
Aos poucos sem notarmos perde seu glamour,
Fecúndia magia em ti resgatara seu encanto,
Resgatando a graça e beleza que em seus versos havia
Por onde andas,
Quanta graciosidade e rimas em teus versos havia,
Perdeu-se, onde dos sonhos desembarcou?
Por onde andam as antigas poesias!!!
Poeta do Nordeste
A Voz do Sertão