Fome, miséria e morte
Triste vida sem esperanças
Chuva e sol magoas recordações
Quantas lembranças trago na gibreira
Andando pelos sertões
Por quantas terras eu caminhei
Só com lagrimas e lamentos deparei
Lagrimas de um povo sofrido
O chão arde como brasas de carvão
Em um mar de terra seca
Poeira se levanta impulsionada ao vento
Inverno e verão atormentando pobres cristãos
A muito partiu-se a alegria a vontade sorrir
Vida de nordestino roteiro de sofrimento
Partiu-se a esperança só saudades restou no coração
Por onde andei
Só encontrei sofrimento e dor
Numa terra seca não brota sequer um grão
Quanto tormento o sertanejo haverá de suportar
Poeta do Nordeste
A Voz do Sertão
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