sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

"SOL, LUZ DO AMANHECER" Poesia

Calmamente o dia vem surgindo
O sol desperta por trás do monte
Penetrando entre as folhas úmida da noite
Seus raios levemente tocam a terra

O verde das matas refletem-se a luz do sol
O céu azul de infinita e rara beleza
Terras tropicais,vidas que habitam os rios 
E cortam a terra em direção ao mar

Sol, suprema luz do amanhecer
Espalhando seus dourados raios e calor 
No jardim se abre mais mais bela a flor
Com seu perfume e seu misterioso esplendor 

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

"AUSÊNCIA SENTIDA" Poesia

Sofro com a ausência da primavera
Do perfume dos campos e suas flores
Quando penso em você
Vejo sua imagem em forma de flor  

Os colibris sobrevoam os jardins 
Passarinhos brincam livres ao vento
Felizes, um coral cantando ao amanhecer 
Sofro com a falta da natureza e toda sua beleza

Quanta falta nos faz os campos cheios de vida
Os riachos de águas cristalinas e os moinhos
Pássaros soltos nas matas e seus ninhos
Sofro com a ausência da sensibilidade perdida

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

"AS LAGRIMAS DO JASMIM" Poesia

Um poema, uma lagrima
O silenciar da alma 
No jardim das margaridas 
O jasmim sentido se entristeceu 

A batido perdeu o perfume a cor!
Entre todas as flores 
Somente o jasmim desapercebido passou
E sofre por falta de carinho, amor

Na triste partida, se foi a margarida 
A flor de toda uma vida 
Até a primavera solidaria se enlutou
Pelo jasmim também sofreu e chorou

Aos elogios e galanteios recebidos, envaidecida 
Pobre margarida deslumbrada partiu 
Abrigou-se em novo e acolhedor jardim 
Sequer um sorriso ao jasmim restou 

Até o poesia se descreve amargurada 
Pobre jasmim, pobre primavera 
Perdeu-se em perfume a jovem margarida 
Por vaidade perdeu-se em quimera 

O abandono do jasmim a própria sorte
Que perdeu a margarida seu amor
Por tantos anos numa só primavera
Hoje já não sabe por onde anda sua flor

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

"UM POUCO POETA, UM POUCO LOUCO"

"UM POUCO POETA, UM POUCO LOUCO"
                        

Distraído olhar vaga pelo horizonte
Me sinto longe ausente  
O presente me passa desapercebido 
O que esta perto perde o valor

Sou um grão de areia 
Perdido neste peito deserto
Me vejo a caminhar por tantos lugares
Como um solitário navegante dos mares

Sinto-me um pouco poeta, um pouco louco
Ao longo da noite caminhando na escuridão
Todos os pensamentos, e insonia 
Ou simplesmente falta-me razão,

A lua passeia sozinha pelo universo
Por vezes oculta atrás dos montes 
E as estrelas, apenas as estrelas 
Se faz luz em seu olhar neste verso

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

"FILHAS DA CRUEL SOCIEDADE" Poema

Favelas herança dos opressores 
O espelho da vida vem nos mostrar
Por quantos, e mais quantos
Ao relento deserdadas filhas destes senhores 
Favelas!!!
Gente que sofre paciente seu abandono 
O sofrimento estampado em cada olhar
Ainda assim não se deixam derrotar
Lá do alto do morro vê-se toda realidade
Discriminadas favelas ocultas na cidade
Um mar de erros e discrepâncias 
Gente humilde a superar toda desigualdade 
Filhas deserdadas do sistema
Nobres tu és anônimas favelas
Quanta tristeza me invade o peito
Sufoca-me a alma tão inglória existência
Por trás de tanta beleza 
Se esconde a mais cruel realidade
Favelas, violência submissão desigualdade
Lagrimas e dor aos olhos da sociedade  
Num olhar quanta gente empobrecida
Casas simples a fome ronda as paredes 
Favelas, vitimas inocentes da cruel sociedade 
Que não houve seus filhos a chorar   





domingo, 14 de janeiro de 2018

"A VOZ DA COMUNIDADE" Poema

Vozes 
Que sufocam a sociedade 
A submissão da comunidade
Exposta a discriminação

Humildes oprimidos sobrevivem 
Comunidade sem voz, sem direitos 
A mercê dos infames, tirania 
Submissa ao corrupto poder?

A ausência do estado
Uma voz opressora a intimidar
A sociedade não é levada a serio 
Governantes envolvidos em mistérios?

Lobos insaciáveis de fome voraz 
Navalha que retalha a carne
A comunidade, um rosto desfigurado 
Miséria que enriquece aos tiranos

E no dia a dia, os fatos causam vertigem 
Sufocada comunidade se omite 
Contenta-se com migalhas que lhes permite
Sem garantias de sua origem 

E nas arquibancadas, o jogo da vida 
A voz da comunidade não é permitida
A cidade passiva, a tudo consente 
Da realidade, a justiça cega está ausente

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

"O LÁPIS E A POESIA" Poesia

O sol se esconde no infinito
Finda-se o dia 
Numa tarde de inverno
Um lindo alaranjado crepuscular 

O lápis descreve em paginas branca
Os versos em uma nova noite 
A morte de mais um dia 
Cresce em tuas palavras a poesia

A luz do sol 
Deslumbra ao céu de infinito azul
Por mais um instante de sonho e tons
Se descreve em lápis e poesia 

Mulher, seu rosto em papel marche 
Seus olhos dois pontos entre céu e mar
O apogeu de cores, numa tarde de inverno
Esconde-se o sol no horizonte

Na altivez das rimas a suavidade dos olhos
O negro do lápis a fecundar o papel
Silenciosa desliza numa tarde alaranjada
Mudou-se a luz de tons e cor a doce magia

A luz do sol o prata da lua 
O negro do lápis eterniza a vida em poesia
Como as cinzas nuvens debutando
No horizonte os olhos meigo do entardecer
                         

                 

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

"A FALTA DO SEU AMOR" Poesia

O vento foi te buscar 
Em flores fui te colher
Deste-a mim a primavera 
E não soube ao amor entender 

Hoje ao longe eu te vejo
Estas tão linda ah!!! esta cor canela
Meu Deus por onde andará ela 
Que ainda eu tanto desejo

Sinto a falta de seu amor
Que por entre meus dedos se perderam
O gosto salgado da brisa, o mar  
Teus pezinhos marcados na areia 

A água quente do chuveiro 
Acaricia as curvas de seu corpo
O sabonete indiscreto perfuma sua pele
Não sei como te esquecer!!!

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

"VIDAS QUE SE CRUZAM"

Um caminho desconhecido
Cidade sem rumo 
Vidas sem esperanças 
O amor por tortos caminhos se perdeu

O sol e a chuva, o vento, o frio
Vidas que se cruzam 
Por suas calçadas sem destino 
Indômita cidade, flores sem jardim 

Anestesiadas vidas sem esperanças 
Corpos que se juntam na calçada
Numa cidade com suas portas fechadas
Sem pudor, sem amor ou piedade 

Sonhos interrompidos, passos indecisos
Ausência de amor mentes em desespero
Um crack sem a bola!!! lhe falta habilidade
Um jovem, uma triste historia 
Sufoca-lhe a memoria

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

"O PODER DA POESIA"

"O PODER DA POESIA"
        Poesia-08-01-18


Que a gente!
Continue a ter desejos e vontades
Amor e lembranças, saudades
Tudo num simples olhar

Que possamos aprender
A sorrir e a viver
A caminhar, lutar não se entregar
Que possamos sonhar, realizar

A vida inspira a poesia
Os versos embeleza nossa vida
Desabrocha uma interna flor
Liberta a mente, um jardim o olhar 

A poesia embala os sonhos 
Enobrece alma enriquece os versos
Na soma das palavras 
Todo o valor e os mistérios da vida
Que se torna poesia!!!