"Basta a quem, o que lhe basta,
O bastante de lhe dar!
A vida é breve a alma e vasta
Não ter é tardar...
O que me doí,
Não são as lagrimas
Que banham o rosto entristecido
Mas os desamores que se proliferam
Como sementes em terras férteis
Não bastam as palavras malditas e ferinas
O féu que umedece os lábios
Também envenena as arvores as flores"