Passaram-se o tempo
Tudo ficou perdido tão distante
Em um mar de ondas indefinidas
Volveu-se profundo e obscuro abismo
O enigma do fim
Do fim de tudo que foi ouvido
Os olhos fixo as costa imagem proibida
E tudo se perdeu, como flores no inverno
O diluvio, os pares a arca nas águas muitos se perderam
O enigma do inicio,ao fim de tudo,caminho ao precipício
Sodoma e gomorra cidades em pecados perdidas
Em chamas consumidas e nada se aprendeu
Um novo homem nasceu
Quantos ensinamentos nos trouxe um certo alguém
As mensagens ditas em parábulas sem se entender
Por nós se entregou a morte e aos céus sobreviveu
Seu corpo por nós ofereceu, suas palavras ao vento se perdeu
Santo homem que a cruz se ofereceu
Viveu por trinta e três anos suas palavras ninguém entendeu
Não foram poucos os que em seu martírio aos céus ofendeu
Poeta do Nordeste
A Voz do Sertão
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