A solitária rosa branca
O teclado do piano sua companhia
O amanhecer do novo dia
Minhas mão a tocar as suas
Naquele momento e tão somente eu te amei
Te amei como a amo agora
Nossos corpos nus a nevoa da manhã
Nos amando no surrado divã
A solitária rosa branca silenciosa a nos observar
O piano como testemunha a lhe amparar
Nossos corpos, nossos beijos internas chamas
Queimando interior de nossa carne por amar
Na conjugação mais simples do amor
Como a primavera deslumbra a pequena flor
O corpo estremece ao se entregar a paixão
Quebrando todas as regras desrespeitando a razão
Poeta do Nordeste
A Voz do Sertão
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