Por caminhos paralelos
Descendo por encostas tortuosas
Dos elevados e altos montes
Por onde a vista alcançar
Pelos acasos dos desconhecidos
Assim como em sonhos
Nas lutas diárias do intermitente
Que assolam a mente
Caminhos que se cruzam unindo destinos
Tão fascinante e imprevisível é o futuro
A reservar encontros sem data ou hora marcada
Como um rio a caminho do mar
Os caminhos imperfeitos da paixão
Na paralela comunhão unindo mente e coração
Tornam-se vertentes cristalinas o acaso dos versos
Como caminhos que se cruzam ao acaso do universo
Poeta do Nordeste
A Voz do Sertão
30-12-2016
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