O amor é mesmo assim
É fogo que arde no peito
Uma chama que arde
Ferida prazerosa que corroí
É contentamento do corpo
Prazer que nos acalma
É um não querer
Loucuras ao se possuir
Sua metade em minha metade
É um ganhar sem se perder
São toques precisos de puro prazer
É ter gosto ardor que mata vencedor
É querer ser livre, preso em seu querer
É causar fulgor em corpo incandescente
É fogo que arde, e queima meu corpo em você
Servir-te-ei prazer em taça de cristal
O amor é fogo que arde no peito
Mas com delicadas e meigas caricias
E te servir com glorias de vencedor celestial
A liberdade de estar preso ao seu prazer
Sentir meu intimo em seu intimo louco arder
Entrego-me derrotado e vencedor em seu insano prazer
Derrotar-te-ei em loucuras para ver-te adormecer
Poeta do Nordeste
A Voz do Sertão
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