quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

A Liberdade de Estar Preso ao Seu Prazer




O amor é mesmo assim
É fogo que arde no peito
Uma chama que arde 
Ferida prazerosa que corroí 

É contentamento do corpo 
Prazer que nos acalma
É um não querer 
Loucuras ao se possuir

Sua metade em minha metade
É um ganhar sem se perder
São toques precisos de puro prazer

É ter gosto ardor que mata vencedor
É querer ser livre, preso em seu querer
É causar fulgor em corpo incandescente  
É fogo que arde, e queima meu corpo em você

Servir-te-ei prazer em taça de cristal
O amor é fogo que arde no peito
Mas com delicadas e meigas caricias 
E te servir com glorias de vencedor celestial

A liberdade de estar preso ao seu prazer
Sentir meu intimo em seu intimo louco arder
Entrego-me derrotado e vencedor em seu insano prazer
Derrotar-te-ei em loucuras para ver-te adormecer 



                      Poeta do Nordeste

                        A Voz do Sertão

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