Um poeta
Desconhecido perdido na rua
Na mão um resto de lápis
Em seu colo um pedaço de papel
Um poeta solitário
Em uma esquina qualquer
No anonimato sem chamar atenção
Um poeta enclausurado em sua solidão
O movimento das avenidas um poeta sem lar
Desgarrado da família vendo o tempo passar
Ocultas em sua memoria lapsos de sua historia
Lagrimas em seu perdido olhar
Um poeta desconhecido
Relegado, acolhido nas esquinas do destino
Falta-lhe estudo, pouca cultura sol a pino
As margens da vida destroços entre versos e poesia
Poeta do Nordeste
A Voz do Sertão
16-12-2016
Querido amigo, visitei seu blog, viajei nas palavras que nele encontrei e fiquei imensamente encantada, então quero lhe parabenizar pela iniciativa, pelo novo recomeço, pois isso é a vida, sempre um resurgir das cinzas com uma simplicidade ímpar. Beijos nesse lindo coração. Boa tarde!
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