Sedento faminto trabalhador
Olhos perdidos em campos secos
Lagrimas lhe molham o rosto
A terra de chão ressequido
Sertão pelo sofrimento marcado
As dificuldades, um povo esquecido
Findaram-se a esperança é preciso ir embora
Partiu entristecido o nordestino
A companha-lhe a fome desde menino
Ruma ao desconhecido
Mais um excluído sem destino
Um retirante nordestino sofredor
Em uma mala leva o que lhe restou
Segue em busca da sobrevivência
Nas incertezas que o destino lhe reservou
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