Ao longe ouve-se
Lá do bosque vem estridentes gemidos
Tão sentidos prantos de dor
E a arvore foi ao chão
Ouviram-se os soluços da natureza
As aves entristecidas negam se a cantar
Sentidos prantos de fundo penar
Num rio de lagrimas
As margens do ribeirão
Entristecido surge o por do sol
No transparente freático lençol
Desperta a manhã e lhe falta o aroma da flor
O reluzente brilho da prata
A essência que emergia da mata
A destruição do bosques
Contigo sepultaram o perfume das flores
A essência perdida
Indefesa pobre natureza violada
Todos os sentidos se fazem em prantos
Gemidos, angustia ouvia-se por todos os cantos
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