Evapora-te vazia vida insana
Esta vida desgarrada, materialidade fatal
Essência vã insana mortal
Cegos a peregrinar por vales obscuros
Míseros sentimentos pelos becos a sonhar
Entregues pelas sombras a caminhar
Arrastam-se por entre odores e pecados
Escravizam-se a mente na penumbra a definhar
Segmentos soberbos por vaidade a ensoberbecer-se
A existência torna-se inócua entregue a vagar na solidão
Almas sedentas perdidas em desvario e perversão
São centelhas dos desenganos que não perduram
Alimentam-se do mal e suas origens
Acendem-se na noite a luz fatal e suas vertigens
Em sua essência fatal tal nobreza qual merecimento
Por transloucado e obscuro movimento qual intento?
Poeta do Nordeste
A Voz do Sertão
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