Sentado ao pé da serra
Coberto pela luz do luar
A possou-me saudade voraz
Chega e me tira paz
Ah!!!doce luar
Ilumine meu coração
Saudade aos poucos me consome
Aperta-me o coração
Vai lua, vá dizer pra ela
Que venha, à luz na janela
Talvez quem sabe nem se percebeu
Que a luz da lua lhe rejuvenesceu
Que a distancia
Aos poucos vai me matar
Sem ela
A saudade não vai me deixar
Um poema jovem, antiga saudade
Uma lagrima se faz presente
Sentimento de dor
Como se matasse à uma flor
Vai saudade morar em outro lugar
Busque outro coração pra maltratar
Ah!!!saudade covarde
Chega sorrateira, e me invade
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