Vestida em louros e gloria
Entre pensamentos e memoria
Em versos lhe farei em poesia
Do poeta Casimiro de Abreu venho falar
Em rimas venho suas obras poetizar
Poeta de indubitável valor
Em poesias e versos se eternizou
Ao longe vozes além do mar
A canção do exílio e as primaveras
O exílio a mente a lhe torturar
Longe as palmeiras, e os sábias a cantar
Do exílio uma voz a ecoar
Dos versos por seus oito anos
Das saudades, em poesia a meditar
Ao longe o poeta em seu solitário pesar
Saudades lhe queima o peito
Lembranças vivas rondam a memoria
Na canção do exílio a vontade de voltar
E amanhecer pássaros a cantar
Os olhos se alagar
Dos pássaros já não houve o canto
Lembranças o leva ao pranto
No pensamento seu distante lar
Nesta singela homenagem
A lembrança de um ícone me comoveu
A emoção me domina, me absolveu
Nestas singelas palavras
Ao jovem Casimiro de Abreu
Com suas obras e sua arte
A beira do rio São João
O dom que a a vida lhe concebeu
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