O corpo em reverencia ao amor
No divino impudor da voracidade
O suor cobre o corpo dominado de ansiedade
No limitar de toda sua candura
Em um frêmito alucinado e vibrante
Prometidas caricias
Por seu corpo de olhos fechados a sussurrar
Que no alarido silencioso de seus lábios
O corpo estremesse em delírio
Cujo prazer aos gemidos à de se estender
Na rima suave dos versos a se embebecer
O corpo é o templo que reverencia o amor
Sinos dos desejos aciona o despertador
Acendendo a fogueira
Com incandescente fogo abrasador
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