Soltas as labaredas da destruição
Fogo da insanidade
Devorando nosso querido chão
A destruição se espalha como peste
Esvaem-se todo verde do agreste
Insano poder dos endinheirados
Destruir a flora do nosso cerado
Labaredas e cobrir do chão
Eliminando fauna e flora do sertão
Agoniza rico solo por abandono descaso
E tu onde estas refinada conscientização
As lagrimas solitárias do sertão
Abafadas, sem voz que se façam ouvir
O mundo é um deserto irreversível
Que a ganância desmedida antecipara o fim
Poeta do Nordeste
Bom dia meus queridos amigos e amigas seguidores hoje o poema abordar um tema ao qual eu sempre faço questão de trazer a lembrança muito embora nossos governantes façam questão de ignorar a seculos esta região do nosso País a mais carente e sofrida por sinal, até parece que os nordestinos não são parte deste imenso e maravilhoso porem muito mal administrado Brasil.
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