No tempo da escravidão
Quanto sofrimento
Agonia sangue banhando o chão
Corpo molhado o nevoeiro
Sonhados morros altaneiros
O brilho do sol a liberdade
Desponta tão sonhada no horizonte
Pés firme morro acima
Rompe o negro com determinação
A purpura da bruma em ventania
A liberdade que em sonhos se enguia
Dos escravos e nos tempos dos escravos
As palmeiras almejada liberdade
O suplicio das malditas chibatas
E as chibatas vieram ao chão
O canto dos escravos
Campos de alvos algodoeiros
Brancos como as nuvens
Desfaz-se dos olhos negros nevoeiros
O vento que sopra esperança
Um corpo rasgando a escuridão
O rugir das folhas rumo a libertação
A aurora da sonhada redenção
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