Que não mais te encontram
Medos e angustias
Fere como ao aço por dentro
Nas mãos que se juntam
Em silencio profundo
Veladas nuvens ofusca o mundo
Em terra orvalhando a dor
Como a um vulcão
Expelindo larvas incandescente
Tal vísceras que a vomitar palavras
A confortar estrelas negras da noite
Quantas manhãs de sol
As incontidas lagrimas deslizam pelo rosto
Sufocando a voz
Como o silencio que perpetua as horas
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