domingo, 18 de março de 2018

"QUANTAS MANHÃS" Poesia

Frias são as manhãs 
Que não mais te encontram
Medos e angustias 
Fere como ao aço por dentro

Nas mãos que se juntam 
Em silencio profundo 
Veladas nuvens ofusca o mundo
Em terra orvalhando a dor 

Como a um vulcão
Expelindo larvas incandescente
Tal vísceras que a vomitar palavras
A confortar estrelas negras da noite

Quantas manhãs de sol
As incontidas lagrimas deslizam pelo rosto
Sufocando a voz 
Como o silencio que perpetua as horas

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