O mundo se derramou sobre meu ser
Nem precisou tanto
Para ir ao chão
E ver a terra em sua volúpia se absolver
Involuntariamente perdeu-se a alma
O relógio não para de bater
Mandando aos olhos a expressão do sofrer
Incontroláveis lagrimas que acalma
O silencio da noite se a próxima
Trás consigo a frieza da impiedosa escuridão
Os versos perderam a suavidade da rima
E as flores se fecharam em solidão
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