Da vaidade que inocente subestima a alma
Sábia educadora silencia ao ver o tempo passar
Que implacável pune toda beleza superficial
Momentos de um passado estridente
Que se foi tal qual o vento, a tempestade
Falsa aparência vida de glamour e vaidade
Turbilhão momentâneo que alimentam ao ego
Os sonhos aos poucos adormeceram
Tudo que parecia eterno ficou no passado
A fragilidade de ti superficial beleza
Os olhares direcionados a vitrine cessaram
O tempo implacável roubou-lhe a juventude
Que importa o passado se o presente te impede sonhar
Os passos hoje mais lentos olhar voltado ao infinito
Corpos arcados e rugas, espelho do tempo que passou
Boa noite amigos e amigas seguidores ainda fora de São Paulo deverei ficar mais uns dias fora, mas encontrei um tempo para postar este poema que hoje pela manhã escrevi a todos um excelente final de semana e que possamos ser moderados nas folias de carnaval felicidades abraços.
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