Finda-se o dia
Numa tarde de inverno
Um lindo alaranjado crepuscular
O lápis descreve em paginas branca
Os versos em uma nova noite
A morte de mais um dia
Cresce em tuas palavras a poesia
A luz do sol
Deslumbra ao céu de infinito azul
Por mais um instante de sonho e tons
Se descreve em lápis e poesia
Mulher, seu rosto em papel marche
Seus olhos dois pontos entre céu e mar
O apogeu de cores, numa tarde de inverno
Esconde-se o sol no horizonte
Na altivez das rimas a suavidade dos olhos
O negro do lápis a fecundar o papel
Silenciosa desliza numa tarde alaranjada
Mudou-se a luz de tons e cor a doce magia
A luz do sol o prata da lua
O negro do lápis eterniza a vida em poesia
Como as cinzas nuvens debutando
No horizonte os olhos meigo do entardecer
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