quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

"FILHAS DA CRUEL SOCIEDADE" Poema

Favelas herança dos opressores 
O espelho da vida vem nos mostrar
Por quantos, e mais quantos
Ao relento deserdadas filhas destes senhores 
Favelas!!!
Gente que sofre paciente seu abandono 
O sofrimento estampado em cada olhar
Ainda assim não se deixam derrotar
Lá do alto do morro vê-se toda realidade
Discriminadas favelas ocultas na cidade
Um mar de erros e discrepâncias 
Gente humilde a superar toda desigualdade 
Filhas deserdadas do sistema
Nobres tu és anônimas favelas
Quanta tristeza me invade o peito
Sufoca-me a alma tão inglória existência
Por trás de tanta beleza 
Se esconde a mais cruel realidade
Favelas, violência submissão desigualdade
Lagrimas e dor aos olhos da sociedade  
Num olhar quanta gente empobrecida
Casas simples a fome ronda as paredes 
Favelas, vitimas inocentes da cruel sociedade 
Que não houve seus filhos a chorar   





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