Favelas herança dos opressores
O espelho da vida vem nos mostrar
Por quantos, e mais quantos
Ao relento deserdadas filhas destes senhores
Favelas!!!
Gente que sofre paciente seu abandono
O sofrimento estampado em cada olhar
Ainda assim não se deixam derrotar
Lá do alto do morro vê-se toda realidade
Discriminadas favelas ocultas na cidade
Um mar de erros e discrepâncias
Gente humilde a superar toda desigualdade
Filhas deserdadas do sistema
Nobres tu és anônimas favelas
Quanta tristeza me invade o peito
Sufoca-me a alma tão inglória existência
Por trás de tanta beleza
Se esconde a mais cruel realidade
Favelas, violência submissão desigualdade
Lagrimas e dor aos olhos da sociedade
Num olhar quanta gente empobrecida
Casas simples a fome ronda as paredes
Favelas, vitimas inocentes da cruel sociedade
Que não houve seus filhos a chorar
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