Em uma rotina sem fim
Ardendo o semi arrido sertão
A chuva esta ausente
Pés descalço,mãos calejadas
A pele queimada pelo sol
Lá vai o sertanejo
Na esperança de ver a chuva
Suas terras molhar
O sanfoneiro roga aos céus
Com sua sanfona
Implora que venha chuva
Para banhar o seu chão
Ingrata natureza castiga o sertão
Chora sanfoneiro
Em suas tarde lá no pé da serra
Chora o abandono de sua terra
Nestas terras plantastes o seu coração
O sol castiga o solo
Matando animais e plantação
Sofrido o sertanejo não deixa seu sertão
Toca o sanfoneiro sua triste canção
A esperança é que olhem para o seu sertão
Os rios e açudes já estão secos
Lá do alto o sol castiga o seu chão
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