Diante deste imenso mar azul
Observo amenas ondas
Gentis e femininas a se balançar
Como a um coração apaixonado
Que sou para contradizes ao destino
Conformo-me com o céu e as flores
Primavera dias de perfumes e cores
E o sol vagarosamente a se levantar
A janela de lagrimas
Voltada ao velho e azul mar
O quarto que abriga o sono sem sonhos
Nas manhãs de primavera o sereno a gotejar
Imenso é céu com seu inigualável manto azul
Quantas estrelas se espalham por esta imensidão
O mar as ondas, e a primavera
A janela de lagrimas e as lagrimas do velho mar
Os olhos e as lagrimas, a janela e as flores
A primavera e suas perfumadas cores
O vento se banha em fragrâncias florais
Contaminando de amor o próprio ar
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