sexta-feira, 26 de maio de 2017

"POR ONDE ANDAM AS ANTIGAS POESIAS" Poema



Estes versos em delicadas reforma,
Desproporcionadas rimas a se erguer,
Sem alma falta-lhe espirito,
Tornando-se vazia sem conteúdo,

Estes versos descritos aos ventos ,
Um corpo despido de pouca acentuação,
Pois falta-lhe a necessária emenda bem regida   
Ouro sem brilho, um filho sem rosto,

Tornando-o impuro conteúdo então disforme, 
No reverso destes versos,oculta-se seus textos e contextos,
Quando toda frouxidade lhe conferir todo inocuidade, 
Ainda que por descuido ou inocência,

Perdem-se a força e todo furor que os elevaria,
Na ineficiência dos flexíveis versos,
Como descrever tamanha insignificância gramatical,
Na desvalorização de toda magia dos versos e poesia,

Todo encanto e graciosidade da poesia,
Aos poucos sem notarmos perde seu glamour,
Fecúndia magia em ti resgatara seu encanto,
Resgatando a graça e beleza que em seus versos havia

 Por onde andas,
Quanta graciosidade e rimas em teus versos havia,
Perdeu-se, onde dos sonhos desembarcou?
Por onde andam as antigas poesias!!! 
 
 
                        Poeta do Nordeste 
                         A Voz do Sertão
                            

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