sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

"O POEMA DA MINHA MORTE"

Eis que a morte se repete
Por quantas postagens passei
Quantos amigos conquistei 
Confesso que nem sei

O poema da minha morte 
Apagam parte de minha historia 
Uma vida luta inglória 
Perde-se como fumaça ao vento 

Ei você ai, que nosso futuro determinou
O fio que foi cortado, e nada significou!!!
Sem nenhuma sombra ou voz,
Impõem-se cruelmente ditador algoz 

Que não se faça seção solene 
Quantos anos, juntos comentando e a curtir 
Nas tristezas, em lagrimas ou a sorrir 
De repente parte de nós não vai mais existir    

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