sábado, 2 de junho de 2018

"SONETO SEM ANUÊNCIA" Soneto-06-18

O passado que na lembrança ficará
O brilho dos olhares aceso na memoria
Mantém viva a chama da historia 
Sonhos que como flor desabrochara

Lagrimas que não são contidas
Tanto que te quis me entreguei 
Em silencio somente eu amei
A distância solidões profundas

Lagrima que insistente dos olhos caia
No soneto de sua ausência em silencio sofria
Tão triste era a negra madrugada fria 

Busquei em vão fugir da melancolia 
Um soneto em amor, sem anuência
Seu rosto no distante horizonte era o que via

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