O brilho dos olhares aceso na memoria
Mantém viva a chama da historia
Sonhos que como flor desabrochara
Lagrimas que não são contidas
Tanto que te quis me entreguei
Em silencio somente eu amei
A distância solidões profundas
Lagrima que insistente dos olhos caia
No soneto de sua ausência em silencio sofria
Tão triste era a negra madrugada fria
Busquei em vão fugir da melancolia
Um soneto em amor, sem anuência
Seu rosto no distante horizonte era o que via
Nenhum comentário:
Postar um comentário