Sinta o vento, o tempo
O mundo gira
Nem todos os dia se faz musicas
Existem dias nublados, com chuvas
Nem o sol brilha todos os dias
A noites sem a luz do luar
O céu está descoberto, sem estrelas
Nu em sua escuridão!
Ainda que nada de certo
Que tudo possa parecer bizarro
Que nada tenha valor aos olhos do mundo
Ainda assim o mundo gira
Mais um dia que se foi
O sol ainda não despertou
O trem passou e nem se percebeu
Que o novo no tempo se perdeu
Quantos novos anos?
Por nós passou, e quem a ele se integrou?
Se os costumes são os mesmos, envelhecidos
A vida em que se transformou?
O mundo gira!
O sol pode até brilhar, ou não
Num deserto de mudanças
Quantos novos anos pelo tempo passou
Quantos brindes, fogos cortando o céu
O que foi novo em velho se confirmou
Expectativas, esperanças
E nada mudou
As mudanças que não aconteceram
Mais um ano envelheceu
O novo imponente dos costumes à surgir
Para no velho do amanhã sucumbir
Ainda que nada de certo
Que o novo venha para não acontecer
O ano novo como a um raio envelhecerá
Pois o novo tem que partir de você
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