Eis que se levanta
Lá do fundo desconhecido
Imponente, agressiva voz atrevida
Que se reproduz e ecoas ao vento
Que se deleita ofertando a mão que fere
No inócuo e imperceptível orgasmo irracional
Entorpecida voz na arte de criticar
Na obscuridade das palavras e seu lodaçal
Nas medidas do improprio
A ruína das palavras, ou sua beleza
Em todos seus significados e grandeza
Dos "inocentes" por elas a se perder
Pense, Ah...! pensamentos
Que consome e corroê a alma
Envolvidas em vans palavras
A se banhar na luxuria perfumada da indiscrição
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