Nos meus dias de tempestades
Como a um grão de areia nas ondas
Perdido no oceano sem destino
Num oceano de desamor sem chão
A ancora um grão de areia tão frágil sem sustentação
Batem ferozmente as ondas que o grão se perdeu
Sentenciei-me aos olhos e me precipitei ao mar
Em bravias águas do oceano e despertei
Esta noite meu amor do grão de areia me desprendi
Em meu entorno olhei a lua me sorriu
O mundo girava e solitário pensei em ti
Estas distante eu a rolar um leve grão solto no mar
A noite me persegue, sera que o dia voltara
Perdido em mar aberto sigo levado pelo vento
Aguardando por um outro amanhecer
Quem sabe eu possa em brandas águas voltar e ancorar
Poeta do Nordeste
A Voz do Sertão
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