Sinto-me em ti, seu aroma seu frescor,
Pela manhã a brisa a te banhar,
Este cheiro de terra molhada domina o ar,
Natureza que tão bela se fez,
Ter esperanças, aprender com a natureza
A ouvir o canto da terra ecoando no infinito
Como que a pedir socorro, sua dor em um grito
O canto da terra, dizimada, despida sem pudor
Ressoam aos quatro cantos
Este seu estridente canto de dor
Clama por seus filhos dizimados na raiz
Aniquilaram sua fauna, e flora sufocaram poluirão sua face
Ter esperanças aprender a caminhar
Ressecados grãos de poeira ao vento se faz ouvir
Quando entendermos o sentido de tudo
Haverá como admirar e preservar a cada existir
O canto que vem da terra, imperceptível silencioso
Sinto em ti terra companheira que tudo produz
Suas angustias e dores sem alguém lhe entender
Que a vida emerge de você!!!
Poeta do Nordeste
A Voz do Sertão
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