Tivesse eu um pote, faria sentido
Guardado lá no passado
O momento distante escancarado perdido
E porque? se as lagrimas houvesse se permitido
Mas porque permito-me surpreender
Com as rosas a desabrochar fora da estação
Envaidecendo o sol de verão
Viçosas perfumadas se deixam colher
O espelho reflete a vida
As rosas perfumam os dias de outra estação
Como a um espelho refletindo passado e emoção
Ou uma pétala flutuando sem direção perdida
Uma lagrima a mais espelho compartilhado
Personagens que não se encontram
Mas porque assisto impassível e me permito
Estranho espelho da vida se mostra ao absurdo
Poeta do Nordeste
A Voz do Sertão
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